Jeff Koons nasceu em York, Pensilvânia, em 1955. Estudou na Maryland Institute College of Art em Baltimore, e Escola de Art Institute de Chicago. Ele recebeu um BFA do Maryland Institute College of Art, em 1976. Mr. Koons vive e trabalha em Nova York e York, Pensilvânia.
Seu trabalho tem sido exibido internacionalmente e está em inúmeras colecções públicas, incluindo o Museu de Arte Moderna (Nova Iorque, NY), Whitney Museum of American Art (New York, NY), Guggenheim Museum (New York, NY), A National Gallery (Washington, DC), Hirshhorn Museum (Washington, DC), San Francisco Museum of Modern Art (San Francisco, CA), The Eli Broad Família Foundation (Santa Monica, CA), Tate Gallery (Londres, Inglaterra), Stedelijk Museum (Amsterdam, Holanda), Ludwig Museum (Köln, Alemanha), Tokyo Metropolitan Museum (Tóquio, Japão).
Também conhecido pelas suas esculturas públicas, tais como a monumental escultura floral Puppy, mostrado no Rockefeller Center e permanentemente instalado no Guggenheim Bilbao, e Split-Rocker, expostos no Palácio Papal em Avignon, França. Mais recentemente, em 2006, um Balão Flor (Red) foi revelada na 7 World Trade Center em Nova York.
Mr. Koons leciona em várias universidades e instituições, incluindo Harvard University (Cambridge, MA), Yale University (New Haven, CT), Columbia University (Nova York, NY), New York University (Nova York, NY), o Royal Academy of Arts (London, UK), o Museu de Arte Moderna (Nova Iorque, NY), Corcoran Gallery of Art (Washington, DC), e os Hirshhorn Museum (Washington, DC).
O Kitsch de Jeff Koons
Jeff Koons, é um artista e escultor estadunidense. Criou varias produções de diversos materiais e formas:
PUPPY - um cachorro formado por flores, mediando 16 metros de altura, construído num jardim de um palácio. Esse trabalho, ele fez em protesto por não ter participado da Documenta de Kassel, em 1992, na Alemanha. Ele comparou a cidade alemã à Disneylandia. Atualmente a “escultura”está no Museu Guggenheim de Bilbao.
BRANCUSI – um coelho feito de plástico espelhado, imitando aço inoxidável policio. Nessa obra, o significado não está reconhecido, está aberto; ele reflete a personalidade do observador; ele se adequa ao ambiente como um camaleão.
SERIE DE OBJETOS DE PORCELANA- o artista fazia encomendas, a artesões, de pequenos objetos populares: estátuas religiosas (anjinhos), animais caricaturados (cachorrinhos, ursinhos) e até de alguns ícones populares (Michael Jackson, pantera cor-de-rosa), arranjo de flores -objetos presentes no cotidiano. Assim, ele se apropria de elementos estéticos da cultura de massa (que já possuem uma função), descontextualizando-as.
SERIE ‘MADE IN HEAVEN’ – o artista apresentava uma série de fotos gigantescas onde apresentava atos sexuais explícitos, assim como fotos dele mantendo relações sexuais com a atriz-pornô Cicciolina (a ícone do gênero). O tema de Koons nesse trabalho seria a validade da pornografia como arte. Segundo Koons, as imagens não possuem o objetivo de produzir atração sexual nos observadores, elas apenas mostram a intimidade de um casal – quebrando um padrão de moral, o que diferencia é a intenção. Essa afirmação é bastante discutível, mas a discussão levantada pelo artista tem sido considerada com freqüência por artistas contemporâneos.
As relações que seus trabalhos possuem com o conceito de kitsch é que ele transforma o que é kitsch em obra de arte. Por exemplo: na obra PUPPY ele usa um jardim,, que já possui uma função estética de pura decoração, em uma ironia dentro de um contexto específico; o coelho BRANCUSI ele juntou a vontade de emitir do emissor com a vontade de receber do receptor, para transformar o kitsch objeto em arte; as porcelanas põem em questão: obra de arte ou objeto de cultura de massa?
Pós-modernismo em Jeff Koons
Os trabalhos de KOONS possuem diversas características com as questões de arte pós-moderna:
A autoria – ele não põe as mãos nos trabalhos, ele possue um equipe encarregada do serviço;
A metalinguagem – ele usa da arte para falar da própria arte, principalmente quando entra na questão dos valores estéticos da cultura de massa.
Inspiração no cotidiano – ele busca elementos do cotidiano das pessoas para questioná-los e discuti-los.
Participação do público. – alguns de seus trabalhos só se formam com a presença do observador, chegando, ás vezes, a ser o próprio observador.
Espaços não convencionais – alguns de seus trabalhos foram realizados dentro da mídia,
Mistura de personagem e artista – nos trabalhos ditos “pornográficos” ele era o artista que era o próprio personagem da obra.
Novos critérios e valores de qualidade – questiona os paradigmas, os dogmas e os valores impostos pelo mercado de arte, através de uma sutil ironia (em relação aos padrões de beleza) presentes em seus trabalhos.
Site oficial de Koons: http://www.jeffkoons.com
Tom Ford on Jeff Koons

Estou em processo de divulgação dos meus trabalhos de pintura, que tratam das questoes voltadas para os acontecimentos que nos envolvem diariamente.
Com cores vivas que traduzem a alegria do brasileiro.
http://www.antonino.com.br
Se gostar divulgue um abraço
antonino